Escrever com o vigor de uma mulher

“Não existe isso de homem escrever com vigor e mulher escrever com fragilidade. Puta que pariu, não é assim. Isso não existe. É um erro pensar assim. Eu sou uma mulher. Faço tudo de mulher, como mulher. Mas não sou uma mulher que necessita de ajuda de um homem. Não necessito de proteção de homem nenhum. Essas mulheres frageizinhas, que fazem esse gênero, querem mesmo é explorar seus maridos. Isso entra também na questão literária. Não existe isso de homens com escrita vigorosa, enquanto as mulheres se perdem na doçura. Eu fico puta da vida com isso. Eu quero escrever com o vigor de uma mulher. Não me interessa escrever como homem.”
(Lya Luft)
Tem sido enorme a satisfação ao responder os comentários dos que têm visitado este meu espaço virtual.  Eles não somente me parabenizam, demonstram interesse em ler o meu livro Mevrouw Jane, mas também compartilham sobre o sonho que têm de escrever uma obra literária.
Escrever é  algo que somente quem não consegue deixar de fazê-lo, sabe o quanto ele significa felicidade
Eu não saberia dizer se há receita. Podemos nos aprimorar  tecnicamente, mas creio que, infelizmente, o
prazer em escrever não há como ser aprendido em lugar algum. Ele pode sim, estar adormecido em  nós.
Ontem, a Jeanine, da Nova Zelândia,  compartilhou que está engatinhando no ato de escrever. Ofereci a minha opinião dizendo que é nele mesmo que tudo começa. E que, quando menos esperamos, lá estão as nossas palavras, de pé, dando os primeiros passinhos. Acho que escrever pode também ser similar à maternidade, ao criar filhos: cada fase é encantadora e assustadoramente única.  Isso significa dizer que escrever demanda: paixão, sagacidade, força  e garra! 
Escrever é ressignificar sobre o que está aí, na frente dos olhos de todos nós. É falar sobre algo de forma plena, forte e bela. E fazê-lo de tal forma que  parecerá até que é uma coisa nova, algo que não tínhamos tido a chance de ser apresentados ainda. – Isso também vale para o mundo literário -. E antes de tudo, é escrever com o vigor de uma mulher. 
Achou o post interessante? Que bom! Obrigada! Então compartilhe! Use uma das ferramentas abaixo.
Até a próxima! 

Sobre Josane Mary

O ato de escrever se tranformou numa extensão de mim... https://josanemary.wordpress.com
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23 respostas para Escrever com o vigor de uma mulher

  1. Antonio Ramiro Fonseca disse:

    Ilustrissima Jô,

    Concordo, plenamente, que o sexo do escritor não tem qualquer relacionamento com o vigor da escrita. Sentimentos não tem sexo!! Escrever é , simplificando , a arte de transferir sentimentos para o papel. Esse conceito de vigor é arcaico, herança dos tempos em que a mulher era regida por severas batutas e convenções ignorantemente conservadoras.

    Quanto á Jeanine , de New Zealand , tomo a liberdade e o VIGOR ( rsrsrsr ) de enviar uns conselhos que abracei quando iniciei rascunhando as minhas mal traçadas linhas literárias :

    “Escrever para ser publicado é diferente de escrever para si próprio.
    Quando escrevemos para nós mesmos, como um diário ou reflexões, estamos usando a escrita para pensar. É um ótimo método para esclarecer questões, visto que no papel mesmo as situações mais complicadas vão se organizando. Não é à toa que tantos terapeutas sugerem a seus clientes escreverem um diário. É muito bom para a cabeça produzir textos sobre o que é importante para nós.
    Quando escrevemos para ser publicados, estamos escrevendo para outras pessoas. O foco passa a ser a necessidade dos leitores e não mais as nossas como escritores.
    Quando escrevemos para nós, está certíssimo preenchermos nove páginas pesando os prós e os contras de determinada pessoa por quem estamos interessados. Quando escrevemos para os outros, precisamos cortar tudo que não seja interessantíssimo e contribua para o andamento da história, o que provavelmente transformaria todas aquelas dúvidas em um único e curto parágrafo.

    É um difícil exercício escrever para ser publicado, porque em geral a gente gosta do que escreve, acha tudo importante e pensa que todo mundo vai gostar também.

    Só que isso não é verdade. As pessoas selecionam os livros de acordo com o que estão passando, as dificuldades que estão vivendo. Algo fascinante para nós pode ser o máximo do tédio para um leitor.

    Por outro lado, não podemos ter medo. Escrever para os outros é um ato de coragem, de se expor. Quanto mais honestidade a gente coloca no texto, quanto mais ridículo e perdido a gente se apresenta, tanto mais fácil os leitores gostarem da gente.

    Quando escrevemos, temos também muita ansiedade a respeito do resultado. Queremos ficar famosos, ser elogiados, de repente até ganhar um dinheirão. É bom saber que a maioria dos escritores não fica nem rica nem famosa, e que nenhum escritor conhecido fez sucesso com o primeiro livro. Nenhum mesmo!

    Portanto, vá com calma. Faça o que pode, não pense nos resultados, e vá escrevendo um pouco sempre. Querer escrever o primeiro livro e imaginar que ele vai ser o próximo Harry Potter é pedir para ficar decepcionado. É bem melhor publicar um artigo numa revista aqui, um poema numa coletânea ali e não ter expectativas loucas.

    Mas como podemos saber o que dá para ser publicado?

    Existem alguns requisitos mínimos para produzir um texto publicável, isto é, que venha a interessar um editor. Se cumprirmos todos, isso não é garantia de que nosso texto será aceito por um editor, mas já é meio caminho andado!

    Abaixo estão algumas sugestões para fazer com que os seus escritos fiquem bons:

    • Prestar atenção ao que está acontecendo em volta.
    A escrita que mais interessa é aquela que fala das preocupações, angústias e felicidades das outras pessoas – e não só as suas – hoje. Os editores desejam obras conectadas com o público, que falem do que importa.
    • Falar do que conhece.
    Se você é um adolescente que mora numa cidade do interior e nunca viajou para fora do país, não pode escrever uma aventura que se passe em Paris. Vai parecer falsa. Nem dar conselhos para os mais velhos. Você tem de falar do que entende, do que já viveu em primeira mão, do que conhece muito bem.
    • Ler muito.
    Para escrever bem, você precisa ler todo tipo de literatura, inclusive novos autores brasileiros, romances esquisitos de autores de quem você nunca ouviu falar, arriscar poetas novos. Se você não souber o que os outros estão pensando e publicando, será difícil escrever algo criativo e diferente.
    • Escrever muito e sem erros.
    Para escrever bem, é preciso escrever todo tipo de coisa, inclusive cartas e emails, com clareza e sem erros ortográficos. Não adianta pensar que o corretor ortográfico ou o revisor vai corrigir seus erros, você precisa saber o que é certo, qual palavra é a melhor numa frase.
    • Passar por um crivo de leitores críticos.
    Sua mãe não vale, nem seus primos. O que é preciso é ir expondo seus textos a vários leitores que não tenham nenhuma amizade por você e possam fazer críticas. Um site na internet, um artigo numa revista podem dar o tipo de resposta que você precisa. Mas não adiante ficar pescando elogios, é preciso pescar os problemas para saber onde melhorar!
    • Jogar fora nove décimos do que originalmente escreve.
    Você mesmo tem de selecionar o que é bom e o que é mediano entre os seus escritos, não adianta achar que tudo merece virar livro porque ninguém escreve só maravilhas. Até Guimarães Rosa deixou um monte de coisa na gaveta…
    • Amar a língua portuguesa.
    A escrita é para aqueles que amam a língua. Não dá para escrever um livro querendo fazer um vídeo ou ficando com preguiça de aprender novas palavras. A língua é a ferramenta do escritor. Como o pintor ama as tintas, o escritor precisa ter fascínio pelas palavras.
    • Confiar em si mesmo.
    Quando você escreve, acredita que tem algo a dizer. Continue acreditando sempre nisso e busque a melhor maneira de ser autêntico. Editores querem escritos verdadeiros, não materiais artificiais montados para agradar. Faça com o coração que é sempre mais verdadeiro. ”

    Acho que passei dos limites não ? Desculpe, porém, a minha vontade de compartilhar com você é imensa. Saiba mais uma coisa : Você, é, para mim, um exemplo vivo do verdadeiro VIGOR.

    Abraços Fraternos,
    Ramiro

    • Josane Mary disse:

      Ramirovisky, querido amigo!
      Maravilhoso o comentário! E que aula! Adorei! Super obrigada!
      Você nunca passará dos limites! É bem-vindo demais! E saber que represento tudo isso para você, só faz aumentar a cada dia, a minha responsabilidade e carinho por você! Sinto-me emocionadíssima!
      Pode ter certeza de que todas esses pontos, serão de extrama valia para todos aqueles que gostam de escrever. Espero que todos o leiam.
      Tenha um ótimo dia, grande abraço e até o próximo!

      ps: encontrei o cd de coral de crianças africanas. Infelizmente, não encontrei a música que gosto no youtube. Assim, ainda estou procurando uma solução, pois quero muito colocá-lo aqui.

  2. Lucy disse:

    Jo, vc é e sempre foi vigorosa em tudo que faz…
    Desde uma simples conversa informal até sobre papos mais sérios, sempre demonstrou
    essa força que há no seu íntimo…
    Parabéns pela coragem, pelo protesto… continue sendo o que sempre foi…
    Bjs…
    Lucy

    • Josane Mary disse:

      Ei, Lucy, meu anjo!
      Obrigada! Você é especial demais!
      Pode estar certa de que seguirei assim mesmo. Isto é: cheia de defeitos e de qualidades! Os primeiros já estão tão enraizados, que mais aumenta o meu esforço para minimizá-los. Já as qualidades, ah! Estas! Ah! Bom demais tê-las!
      Grande beijo e tenha um ótimo dia, aí nesse Paraná lindo!

      • Josane Mary disse:

        Oi, Lucy!
        Atendendo melhor ao seu interesse em adquirir o romance Mevrouw Jane :
        Solicito a gentileza que deixe os seus dados (nome/email) aqui, com a nota RESERVA PARA JUNHO. Nessa época, farei contato novamente, informando detalhes sobre o pagamento e endereço de envio, ok? O exemplar será enviado do Brasil.
        Meu livro, à princípio estará disponível em algumas livrarias de Vitória (ES) e na Holanda. Através desta reserva, não haverá necessidade para você esperar que ele chegue à livraria mais próxima!
        Caso tenha alguma dúvida, não deixe de me contactar.
        Grande abraço!

  3. Antonio Ramiro Fonseca disse:

    Hellow Jô,

    Quanto ao CD de coral de crianças africanas, sugiro você tentar junto á embaixadas e/ou consulados. Eles lhe orientarão. Vale á pena tentar.

    Outra sugestões :

    Ouça, se possivel , a musica, canção ou hino : The Lion Sleeps Tonight ( diversos interpretes )

    Estorei a minha cota do dia.
    Abraços Fraternos,
    Ramiro

    • Josane Mary disse:

      Oi, meu anjo!
      Eu tenho o cd. O que ainda não achei foi o clip da minha canção favorita! Mas darei um jeito; quero muito escrever a respeito e colocar aqui.
      Muito obrigada pelo vídeo. Incrível, mas eu vi este clip dias atrás, comovente demais!
      Grande abraço e tenha um ótimo dia!

  4. Roseane disse:

    Nossa o comentário do Ramiro foi um post, me fez até esquecer o que eu ia escrever.

    Bjks

    • Josane Mary disse:

      Oi, Roseane!
      Muito bom receber a sua visita!
      (Em tempo, a sua descrição no perfil do seu blog é linda demais! Parabéns!)
      Volte sempre que puder, ok? Será uma alegria recebê-la!
      Grande abraço, e tenha um ótimo dia, aí na Alemanha!

    • Josane Mary disse:

      Boa-noite, Roseane!
      Entro em contato para informar que ambas versões de “Mevrouw Jane” [impressa e digital] já estão disponíveis; demorou um pouquinho mais do que esperado, na verdade.
      Assim, caso tenha interesse em lê-lo, por favor, entre em contato comigo.
      Versão digital: R$ 19,00 ou € 7,93 [na cotação de hoje].
      Versão impressa: R$ 45,00 ou € 18,80 [na cotação de hoje].
      Grande abraço!

  5. Valéria disse:

    Oi Josane!
    Na blogosfera poucos blogs são tão interessantes. Adorei a aula do Ramiro. Claro que tenho minha aspiração de escrever um livro, rsrs. Aqui encontrei um espaço para solidificar meus planos. Até a próxima…

    • Josane Mary disse:

      Oi, Valéria!
      Que alegria receber a sua visita! Obrigadíssima pelas palavras de carinho!
      Espero que seu sonho se concretize, ok? E se gostar de ler, será uma satisfação se Mevrouw Jane for o próximo de sua lista. Vou adorar saber a sua opinião sobre ele.
      Volte sempre que puder! Tenha um ótimo dia, aí no Paraná.
      Grande abraço,

    • Josane Mary disse:

      Boa-noite, Valéria!
      Entro em contato para informar que ambas versões de “Mevrouw Jane” [impressa e digital] já estão disponíveis; demorou um pouquinho mais do que esperado, na verdade.
      Assim, caso tenha interesse em lê-lo, por favor, entre em contato comigo.
      Versão digital: R$ 19,00 ou € 7,93 [na cotação de hoje].
      Versão impressa: R$ 45,00 ou € 18,80 [na cotação de hoje].
      Grande abraço!

  6. Helena disse:

    Jô, acabei de ler seu comentário no meu blog e vim aqui te visitar. Cara, como você sabe escrever é procurar prazer em território desconhecido, mas longe de todas as coisas e pessoas. É ser sozinho. É ser. Escreva, escreva e escreva. O gozo e a letra digitiada pela mão de uma mulher podem mudar o mundo com a força e a beleza que é nossa. Peculiar e invejada. Lindo seu blog!
    Virei sempre aqui te visitar e dividir meus tormentos. Sabe que pensei no que vc disse e, hoje que vivo longe de casa, com marido e MBA nas costas numa universidade americana (não é uma Harvard, mas também não é uma community college) parei para perceber a alma brasileira. Vou escrever isso no meu blog em sua homenagem.
    Helena Rios

    • Josane Mary disse:

      Hei, Helena! bom-dia!
      Que alegria receber a sua visita e saber que gostou! Muitíssimo obrigada pelo carinho e incenstivo para escrever, escrever…
      Parabéns pelo MBA! Pelo gosto da escrita!
      Será uma alegria se me deixar saber o que achou do prefácio do meu livro. Este é o link, caso queira lê-lo: Mevrouw Jane. E depois, se desejar ler todo o livro, me sentirei honrada!
      Retorne sempre! Tenha um ótimo dia, aí no Texas.
      Grande abraço

    • Josane Mary disse:

      Boa-noite, HELENA!
      Tudo certinho com você?
      Entro em contato para informar que ambas versões de “Mevrouw Jane” [impressa e digital] já estão disponíveis; demorou um pouquinho mais do que esperado, na verdade.
      Assim, caso tenha interesse em lê-lo, por favor, entre em contato comigo.
      Versão digital: R$ 19,00 ou € 7,93 [na cotação de hoje].
      Versão impressa: R$ 45,00 ou € 18,80 [na cotação de hoje].
      Grande abraço!

  7. Druida disse:

    Acho que o sexo do escritor pouco importa no modo individual. Mas generalizando pra facilitar(ninguém pode analisar cada um nesse planeta) notamos que em geral(digo dos livros e blogs que leio) mulheres sao mais fantasiosas,criativas e escrevem de um jeito mais doce. A escrita masculina ao meu ver, parece ser mais agresssiva as vezes.Como cite antes, uma mulher pode ser agressiva na escrita e um homem mais doce, mas em geral é o contrario.

    Vejo quando escrevo no meu blog em geral.Escrevo coisas praticas e doa a quem doer.Minha mulher o pouco que escreve é bem mais sossegada,embora nosso pensamento seja muito similar.Sera que nossos hormonios nos influencia nessa hora também?Seria uma lembrança dos tempos das cavernas?

    Abraço

    Druida

    • Josane Mary disse:

      Oi, Druida!
      Que bacana ler esse seu outro comentário. Creio que nossos hormônios têm alguma influência. Entretanto há uma série de outros fatores também [eu acho].
      Obrigada pela visita e volte sempre!
      Tenha um ótimo dia, aí na Itália.
      Grande abraço.

  8. Druida disse:

    A escritora Lya Luft disse uma bonita frase: quero escrever do jeito de uma mulher(bela atitude) e nao escrever de um jeito de um homem(acredito que hoje a muher pra “se sentir forte”esteja muitas vezes querendo copiar o homem e esqueçendo do que é).Acho horrivel essa mania de competiçao e de querer copiar o outro.

    Somos diferentes, com qualidades e limitaçoea diferentes,fisicas e emocionais que ainda variam de pessoa pra pessoa.E essa é a graça.

    Druida.

    • Josane Mary disse:

      Oi, Druida,
      Obrigada pela visita! Não poderia concordar mais: “essa é a graça”!
      Será uma alegria saber a sua opinião sobre o prefácio do meu livro Mevrouw Jane. Espero que goste, e que ele se torne o próximo de sua lista.
      Tenha um ótimo dia, aí na Itália.
      Grande abraço.

    • Josane Mary disse:

      Boa-noite, Druida!
      Entro em contato para informar que ambas versões de “Mevrouw Jane” [impressa e digital] já estão disponíveis; demorou um pouquinho mais do que esperado, na verdade.
      Assim, caso tenha interesse em lê-lo, por favor, entre em contato comigo.
      Versão digital: R$ 19,00 ou € 7,93 [na cotação de hoje].
      Versão impressa: R$ 45,00 ou € 18,80 [na cotação de hoje].
      Grande abraço!

  9. tais luso disse:

    Olá, Josane, estou fazendo um reconhecimento de seu blog, lendo não só a última postagem, mas descendo, descobrindo…
    Esta postagem, ‘Escrever com o vigor de uma mulher’, achei ótima! Nada a ver, faz pensar que temos de escrever como bonecas, falar de coisas suaves e bonitas. Mulher tem raiva, tem indignação, tem inteligência, sentimentos, perspicácia, compaixão… O ser humano é igual em sentimentos, difere em atitudes.

    Concordo em tudo com Antonio Ramiro, ele não deixou nadinha para os outros comentarem! Mas certo está ele: disse tudo. A escrita em forma de diário é uma coisa; para publicar é outra. Na verdade, Jo, as pessoas se interessam pelas coisas escritas pelos outros quando algo tem a ver com ela, também. Nenhuma história minha o de quem quer que seja, irá interessar tanto os outros se não houver uma certa identificação dos fatos.

    Outra coisa: existem pessoas que são talhadas para a poesia, crônicas (que é um estilo brasileiro), contos, novelas, romances… Cabe a cada um descobrir seu estilo, sua forma de se expressar. E ficar esperando aplausos, concordo com o Antonio. Simplesmente é de enlouquecer, esperar e depender da crítica alheia.

    Vou parar por aqui, teria muita coisa para desenvolver, mas isso é apenas um comentário.
    Bela matéria, amiga. Estarei muito por aqui e agradeço seus comentários, sua visita que me deixou feliz. Vou ler suas outras postagens, sim, inclusive a de seu livro.

    Grande beijo e meu carinho pra você.
    Tais Luso

    • Josane Mary disse:

      Oi, Tais!
      Maravilhoso comentário. Que alegria lê-lo! Que bom vê-la de volta! Obrigada!
      Concordo plenamente: “Nenhuma história minha ou de quem quer que seja, irá interessar tanto os outros se não houver uma certa identificação dos fatos.”
      Eis o que penso: quem escreve, deve dar um testemunho de si mesmo! O raciocínio tem que ser com base naquilo que ele vivencia. Mesmo se for escrever uma ficção! E isso, se dá não somente na arte escrita, mas na cantada. Por exemplo: Michel Jackson era uma criança e já cantava o amor de uma maneira que mudou a história! Ele imaginava o sentimento intensamente e permitia-se ser guiado por ele; daí, dava no que dava…

      Espero que goste do prefácio de Mevrouw Jane.
      Grande abraço!

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